Aprenda a fazer SLIME/AMOEBA em casa!


Já tentou fazer amoeba (geleca, geleinha) em casa?

Alguns chamam de geleinha, de amoeba, enfim. A nomenclatura não importa muito, o importante é saber que a receita é fácil, fácil. Consistente e ao mesmo tempo grudenta, a geleca garante a alegria da criançada por horas. Que tal tentar? Confira abaixo 5 receitas para fazer amoeba em casa!

1. Receita básica de amoeba caseira (com cola branca).
Para fazer essa receita, separe:

  • 1 pacote pequeno de bicarbonato de sódio ou boráx (esse é o ingrediente mais importante),
  • água,
  • tinta guache da cor de preferência e
  • 1 tubo de cola branca.


Modo de fazer:

Despeje o tubo de cola – o tipo de cola influencia no resultado – o tipo de cola influencia no resultado – em um recipiente.
À parte, dilua 3 colheres de bicarbonato de sódio ou boráx em um copo com 150 ml de água.
No recipiente com a cola, misture a tinta guache até deixar a cor uniforme.
Depois vá acrescentando a mistura de água e bicarbonato/boráx aos poucos.
A geleca estará pronta quando não grudar mais nas mãos.


2. Receita de amoeba que brilha no escuro

Uma variação interessante dessa receita, é fazer uma amoeba arco-íris com glitter. A dica é do canal da Flávia Calina. Confira o passo a passo e boa diversão!

3. Amoeba com detergente

E o Mundo da Lari vai te ensinar uma outra receita ainda que leva detergente!



4. Amoeba com pasta de dente

Esta receita leva apenas dois ingredientes: pasta de dente e cola de isopor e quem ensina é o Mundo da Lari. Confira:


O bom destas receitas é fazer junto com os amigos para que a diversão seja ainda maior. Vamos lá? Mãos à obra!



Fonte: Disponível em <https://www.greenme.com.br/como-fazer/5994-como-fazer-amoeba-5-receitas>, acesso em <20/03/2018>.



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Música na escola: entenda a importância no processo de ensino-aprendizagem




Uma das formas de estimular o desenvolvimento de alunos no processo metodológico é por meio da introdução da música na escola. Isso pode ser colocado em prática de diversas formas: desde a utilização de letras nas interpretações de texto em sala, até na realização de oficinas de música e instrumentalização com os estudantes. Essas são formas de aguçar a sensibilidade, instigar a criatividade e aumentar a integração dos alunos no ambiente escolar.

Quer saber mais sobre a música no processo de aprendizagem? Confira estas informações:

  •  Música na escola: interação por meio dos sentidos
Um dos principais aspectos que a música representa no processo de ensino-aprendizagem é o estímulo ao uso dos sentidos pelo aluno. Qualquer experiência musical, independentemente do estilo e dos instrumentos utilizados, promove maior habilidade de observação, localização, compreensão, descrição e representação em quem toca e quem houve.

No que se refere à criação musical, o uso de diversos instrumentos em sala de aula pode evidenciar habilidades desconhecidas, aumentar a interação com objetos e o “saber-fazer”, entre outras capacidades tão importantes nessa fase de desenvolvimento pedagógico.

Para o aluno, essas habilidades serão aplicadas não apenas no desenvolvimento das próprias aptidões musicais no futuro, como também no aprendizado de outras disciplinas. O estudante com ouvido treinado para a observação de letras e poderá ser também um bom leitor e intérprete de textos.
  • Análise e interpretação de letras musicais
Por falar em interpretação de textos, essa é outra vantagem do uso da música no dia a dia escolar. A depender da qualidade das obras trabalhadas, sejam elas em português ou em língua estrangeira, abre-se um vasto campo de atuação para que professores explorem o significado dessas letras, novos conceitos e vocabulário, metáforas, entre outras coisas.

Assim, a música acaba se tornando uma fonte de conteúdo importante para ser utilizada em sala de aula. É o início de conversas importantes, sobre política, educação, cultura, gênero, relações interpessoais, ecologia e vários outros temas que vierem a ser abordados por obras musicais. Cabe ao professor analisar as músicas mais adequadas e com maior potencial de aprendizado para seus alunos.

  • Cifras e o raciocínio matemático
Muitos estudos relacionam o desenvolvimento de habilidades na música ao raciocínio matemático. Isso ocorre porque a sistemática das cifras e partituras utilizadas na composição são verdadeiras equações matemáticas: repetições, padrões, tríades, escalas, dicotomias, coerências e adequação de tom.

Para o aprendizado da matemática, são vários os benefícios desse tipo de aprendizado musical. A familiaridade com estruturas pré-definidas de estilo e construção lógica de sentido contribuem para o aprendizado também de fórmulas, truísmos e outros raciocínios lógicos.

  • Música na escola e a integração entre os alunos
Outro benefício da música na escola é o estabelecimento de mais oportunidades de interação e cooperação entre alunos. Por um lado, há cooperação na produção musical no sentido de executar obras musicais em conjunto, contribuindo para resultados comuns. Por outro lado, multiplicam-se as formas de interação entre estudantes, que podem identificar gostos em comum, formar grupos de interesse e desinibir alunos mais tímidos.
  • Ajuda a instigar e engajar alunos em sala de aula
Muitos professores também aplicam oficinas musicais em sala de aula com o objetivo de instigar e engajar seus alunos. Afinal, em um mundo de cada vez mais estímulos, interações digitais e fontes de desconcentração dos alunos, por que não apostar em oportunidades inovadoras de relação estudante-professor para tornar a sala de aula mais atrativa?

A música tem essa vantagem, já que desperta a atenção dos alunos, contribui para a concentração e o foco no momento da aula e ainda proporciona maior participação dos estudantes no processo de aprendizado. É algo ideal para que a relação entre professor e aluno não fique pautada apenas por uma verticalidade hierárquica, em que um ensina e outro aprende. Cada vez mais, a horizontalidade dessa relação é priorizada por pedagogos e educadores de diversas áreas.
  • Desenvolvimento de gostos e preferências pessoais

A música também contribui para que seu filho desenvolva suas próprias preferências em relação a uma variedade de temas. Afinal, o exercício de escolher um instrumento e estilos musicais preferidos também pode ser aplicado no desenvolvimento da individualidade do aluno, no estímulo de sua autonomia a e na caracterização de escolhas acadêmicas e profissionais ao longo do processo pedagógico.

Ou seja, a introdução de crianças no mundo musical, seja como agentes produtores de música, seja como ouvintes, é outra forma de avançar sua individualidade e gostos pessoais. Vale a pena incentivar esse tipo de experiência, que poderá proporcionar não apenas bandas e estilos musicais favoritos, como também maior assertividade acerca de suas vontades e autoconhecimento.
  • Incentivo à criatividade do aluno
Finalmente, a música também tem como benefício a exploração de um lado mais criativo dos alunos. Independentemente das áreas acadêmica e profissional pelas quais esses estudantes venham a se interessar, é sempre importante que a inovação e a imaginação façam parte do raciocínio e da prática cotidiana desses indivíduos em formação.

Afinal, vivemos em uma sociedade na qual há maior valorização de mentes inovadoras, que pensam de forma diferenciada e por meio de novas perspectivas. A música é uma forma de explorar essas habilidades, já que expõe o aluno ao diferente, o convida a criar e a testar novas ideias (e instrumentos), além de proporcionar aprendizados distintos das disciplinas curriculares tradicionais.

E você? Acredita que a música na escola pode auxiliar o desenvolvimento de seus filhos? 


Fonte:
Disponível em <http://novosalunos.com.br/musica-na-escola-entenda-a-importancia-no-processo-de-ensino-aprendizagem/>, acesso em <20/03/2018>.

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Você sabe o que é "Escola Aberta"?

O programa Escola Aberta


O programa Escola Aberta abre as portas das instituições para a comunidade nos finais de semana e já se tornou referência entre alunos, pais e professores. Criado em 2004 em parceria com a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), atualmente o programa compõe a política de educação integral do governo federal e fortalece a execução do Mais Educação, projeto que visa aumentar a oferta de atividades nas escolas. Este ano, 8.573 instituições aderiram ao Escola Aberta. Marlova Jovchelovitch Noleto, diretora Programática da Unesco no Brasil e coordenadora de Ciências Humanas Sociais, conta que o Escola Aberta reproduz a experiência da Unesco chamada de Abrindo Espaços: Educação e Cultura pela Paz.

Marlova Jovchelovitch Noleto - Diretora Programática da UNESCO no Brasil  (Foto: Divulgação) 
Marlova Noleto, da UNESCO (Foto: Divulgação)
"A ideia era abrir mesmo espaço na escola para atividades culturais, esportivas  de lazer, utilizando o equipamento que fica ocioso no finais de semana. Começamos fazendo parceria com os governos do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco, e deu tão certo que acabou sendo expandido e virando uma política pública do Ministério da Educação (MEC)", conta a diretora.
Sonia de Oliveira Castro, diretora do Ciep Prof. Haroldo Teixeira Valadão, no Rio de Janeiro, conta que a escola participa do programa desde o lançamento, há quase 10 anos. “Nossa escola é uma das que participa mais ativamente do programa no Rio. Cerca 300 a 400 pessoas frequentam a escola no sábado, para realizar atividades esportivas, danças, lutas, entre outras. Se houver campeonato, o número de frequentadores aumenta. Constatamos que a relação dos alunos com a escola melhora e que eles ganham mais disciplina”, diz Sonia.

Ciep Professor Haroldo Teixeira Valladão, no Rio de Janeiro, participante do Escola Aberta (Foto: Divulgação) 
Alunos do Ciep Professor Haroldo Teixeira Valladão, no Rio, aproveitam para jogar futebol na escola no final de semana (Foto: Divulgação).
Jorge Nascimento, coordenador do programa Escola Aberta no Rio de Janeiro, ressalta que a comunidade cuida melhor da instituição de ensino quando se apropria do espaço.
“Em algumas localidades, não existe nenhum equipamento cultural, só a escola. Então, quando tem o Escola Aberta, o colégio vira um point para os jovens e suas famílias. Além das atividades, damos café da manhã, almoço e lanche. A comunidade respeita a unidade escolar, não picha e não depreda”, explica o coordenador.

Programa Escola Aberta em escola de Diadema, em São Paulo 2 (Foto: João Bittar) 
Programa Escola Aberta oferece atividades de lazer (Foto: João Bittar)
De acordo com informações do Ministério da Educação (MEC), as ações dos finais de semana são realizadas a partir de consultas à escola e do diagnóstico da comunidade para identificar demandas locais, pessoas e instituições que se proponham a compartilhar seus conhecimentos, habilidades e competências de forma voluntária. Como resultados das experiências do programa, estão a potencialização do diálogo entre os educadores da escola e a comunidade; a maior participação/presença das famílias nas escolas; e a valorização dos saberes populares.
 

Veja mais detalhes sobre a realização do Escola Aberta em alguns outros Estados:

Rio Grande do Sul
Programa Escola Aberta - Rio Grande do Sul  (Foto: Divulgação)Sábado com música em escola do Rio Grande do Sul (Foto: Divulgação).
O Programa Escola Aberta para a Cidadania funciona atualmente com 115 escolas e tem como principal objetivo contribuir para a melhoria da qualidade da educação, a inclusão social e a construção de uma cultura de paz. Neste sentido, o Programa Escola Aberta desenvolve oficinas pedagógicas, culturais, esportivas, geração de renda, artes e outras que motivem a participação da comunidade escolar. No dia 26 de outubro, será realizada em Porto Alegre a Mostra Cultural e Pedagógica do Programa Escola Aberta,  com apresentação de trabalhos de 29 escolas, além de músicas criadas para marcar os 10 anos de Escola Aberta na rede Estadual do Rio Grande do Sul.

Espírito Santo

No município de Vitória, 30 das 53 Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emef) oferecem o programa Escola Aberta, durante seis horas todos os sábados. Mesmo no período de férias escolares, o programa também é realizado. As oficinas são acompanhadas por um representante da comunidade (que assume a coordenação local) e desenvolvidas por oficineiros, que, em sua maioria, são talentos da própria região.

Distrito Federal

Participam do programa atualmente 41 escolas, localizadas em territórios de vulnerabilidade social, com pouca oferta de espaços de lazer e cultura, onde muitas vezes a instituição escolar é a referência do poder público na comunidade, tornando-a uma porta de entrada para um conjunto de diretos sociais. As atividades são realizadas por pessoas e/ou instituições que atuam de forma voluntária, escolhidas de acordo com a demanda da comunidade, valorizando sempre os saberes e fazeres da localidade.


Fonte: Globo.com. Disponível em <http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/noticia/2013/10/escola-aberta-estreita-relacao-entre-instituicoes-de-ensino-e-comunidades.html>. Acesso em <15/03/2018>.
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Blog da Escola Municipal Professora Efigênia Vidigal, Belo Horizonte - MG. Tecnologia do Blogger.

Política de segurança alimentar de Belo Horizonte é referência Internacional.

Reconhecida internacionalmente por meio de prêmios e participação em fóruns e conferências internacionais, a política de Segurança Aliment...

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